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Homem de Piscos Vandalismo no Vale do Côa

A Associação de Estudos do Alto Tejo condena o ato de vandalismo perpetrado num símbolo do nosso património mundial a Rocha 2 de Piscos.

Reproduzimos o comunicado da Associação de Arqueólogos Portugueses:

PATRIMÓNIO MUNDIAL EM RISCO NO VALE DO CÔA

A Direcção da Associação dos Arqueólogos Portugueses (AAP), reunida de emergência para o efeito, vem por este meio condenar com veemência e manifestar a sua mais viva indignação perante o criminoso atentado de que foi alvo um dos mais significativos núcleos de Arte Rupestre do Vale do Côa, classificado pela UNESCO como Património da Humanidade, exigindo uma punição exemplar dos seus autores materiais.

A Direcção da AAP reclama ainda a intervenção directa do Ministério da Cultura na gestão do Parque Arqueológico do Côa, de modo a assegurar a reposição imediata, e até o reforço do dispositivo de vigilância e segurança dos vários núcleos de Arte Rupestre que o integram.

Considerando que o Senhor Ministro da Cultura foi há já mais de um ano alertado para a grave situação do Museu e do Parque Arqueológico do Côa, pela AAP e por outras entidades, sem que acções efectivas tenham sido tomadas no terreno (antes pelo contrário, como decorre da recente nomeação para a presidência da Fundação Côa Parque de pessoa sem evidentes qualificações para o efeito, seja na área da gestão seja nas áreas patrimonial ou arqueológica), espera a Direcção desta Associação que este membro do Governo não se limite a “lamentar” uma situação de que, em última instância, é o responsável político, e tome as medidas conjunturais e estruturais adequadas para assegurar uma efectiva protecção e valorização de um património de excepcional valor arqueológico, histórico e artístico.

Lisboa, 2 de Maio de 2017.

COMUNICADO
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